Frio. 10°C quando eu saio de casa e 7°C quando eu deito pra dormir. Nariz escorre, garganta dói e minha série de problemas respiratórios ataca (rinite, bronquite, adenóide). Respirar já não é tão fácil. Eu amo o frio, mas eu não gosto de blusas. Isso acaba acarretando em vários outros problemas. Irritação constante, carência excessiva e saudades intensas de certas pessoas.
Dormir com bolsas de água quente por toda a cama, blusa, calça, meias e luvas não é o bastante. Pois quando abro a porta no dia seguinte para ir pra escola, não uso nada além de uma simples blusa de frio. Não esquenta. Passo frio, reclamo do frio, reclado da fome.
7:30, tomar remédios. 19:30, mais remédios. É um ciclo vicioso que está limpando meus pulmões e diminuindo as tosses. Que santo remédio um soro fisiológico nasal, pra me salvar da adenóide.
Mas quando eu chego em casa no fim do dia, com meus pés, mãos e nariz gelados. Eu deito e me cubro até a cabeça. Me sinto quente, e é como se todo o mundo lá fora não existisse. Só eu e meu edredom. Num ninho quentinho e seguro. Um lugar para pensar, e decidir a vida.
Foi lá que eu pensei e que cheguei à conclusão: eu te amava. Isso foi há meses atrás, quando eu cheguei a tal conclusão que mudou minha vida. "Eu te amava", decidi isso no meu lugar favorito do planeta, meu lugar seguro.
Por isso hoje, quando voltei pro meu lugar quente e seguro, eu pensei "eu sempre vou te amar."
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